TUITADA – COM HOMENAGEM À ROGÉRIO CARDOSO “A GRANDE FAMÍLIA” REVISITA SUA PRÓPRIA HISTÓRIA

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Nesta quinta-feira (18 de julho) a Rede Globo exibiu um episódio de “A Grande Família” inteiramente dedicado ao personagem Floriano, interpretado pelo ator Rogério Cardoso. A homenagem é muito bem vinda pelo fato do falecimento do ator completar dez anos no dia 24 deste mês.

No episódio “Um Homem Chamado Floriano”, o personagem “Florianinho” (Vinícius Moreno) sofre nas mãos dos colegas de escola que insistem em caçoar do seu nome antiquado. Envergonhado do próprio nome, o neto da família Silva, é então apresentado à diversas histórias envolvendo seu bisavô, Floriano, que foi quem inspirou seus pais Bebel (Guta Stresser) e Agostinho (Pedro Cardoso) à registrarem-no como o mesmo nome. Sequências antológicas do personagem Seu Flor foram reexibidas em diversos momentos do episódio de hoje para revisitar um dos personagens mais queridos dos seriados da Rede Globo.

Foto Rogerio

A produção global marcou 22 pontos de audiência e chegou a emplacar dois tópicos entre os assuntos mais comentados do twitter. Confira a repercussão virtual do programa:

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Com a respeitável marca de série mais duradoura da TV brasileira, a 13ª temporada de “A Grande Família” revisita sua própria trajetória a ao prestar uma homenagem a Rogério Cardoso. E assim no episódio de hoje antigas tramas do seriado voltaram à tela. Estavam lá, Rosa “Jade” Perfurmada, a prostituta queridinha de Seu Flor (e interpretada por Maria Luisa Mendonça), a personagem Dona Juva (Suely Franco) uma das namoradas do falecido avô da família Silva e a atriz Camila Pitanga que também fez uma ponta no episódio de hoje e reviveu o papel de Marina, a filha bastarda de Seu Floriano. Cabe lembrar que neste ano o primeiro epísódio da série também reexibiu cenas memoráveis desses treze anos da série e nesta temporada, inclusive,  Agostinho e Bebel voltaram a morar sob o mesmo teto junto dos outros integrantes da família Silva, assim como nos primeiros anos do seriado.

Todo este retorno de “A Grande Família” às suas origens vem em um momento bastante delicado para a teledramaturgia global, já que as novelas da casa não vem dando mais a audiência que davam há alguns anos atrás. As recentes novelas “Salve Jorge” e “Guerra dos Sexos” foram historicamente as menos assistidas de suas faixas de horário. Pra se ter uma idéia a melhor novela em exibição pela emissora, “Saramandaia”, que reúne nomes como Fernanda Montenegro, Tarcísio Meira e Lilía Cabral, vem tendo uma audiência bastante similar a de “Malhação”. Na terça-feira inclusive, o retorno de “A Liga” da Band, venceu “Saramandaia” em audiência. A autora Marta Kauffman, da badalada série “Friends” em sua recente passagem pelo Brasil decretou que as telenovelas cederão seu espaço na televisão para os seriados. Existe um filão mundial no gênero de seriados ao mesmo tempo que as telenovelas vem perdendo cada vez mais audiência (até pelo fato da TV aberta e os programas ligados à grade horizontal das emissoras estarem também perdendo audiência). A crítica de Marta, está ligada ao hábito religioso de se sintonizar a televisão todo dia, num mesmo canal e num mesmo horário para se saber o que vai acontecer numa história.

Se as novelas irão ceder mesmo o seu território para as séries isto é assunto para uma outra hora, o que vale tentar entender aqui é como a Rede Globo vem tentando preencher seu arsenal teledramatúrgico e toda esta longevidade de “A Grande Família” deve ser estudada pelos executivos globais. A questão é que o seriado sempre soube se adaptar muito bem às mudanças no país: a idéia de Agostinho se tornar empresário simboliza o crescimento econômico no país da badalada classe C, Bebel se divorciar do marido e passar a trabalhar representa justamente uma maior consolidação da mulher no mercado de trabalho e o discreto beijo de Tuco em Thiago Lacerda, bem, o beijo muito provavelmente não representa o conservador  deputado Marcos Feliciano. Cabe lembrar que até a descriminalização do uso da maconha já foi assunto para em “A Grande Família”.

Todo este engajamento de “A Grande Família” não é observado em nenhum das outras séries globais. E se é, com certeza, não com os mesmas situações, personagens e diálogos tão populares que agradam os telespectadores brasileiros há mais de dez anos.

Se o seriado realmente está encerrando sua própria história conforme anunciado por inúmeros colunistas de TV e este será o penúltimo ano da família Silva na tela da Globo, qual será o seu sucessor direto de “A Grande Família” na TV brasileira?

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